domingo, 30 de junho de 2013

Datafolha pós-protestos e vandalismo: Opção 'Nenhum' cresce de 9% para 24% entre Março e Junho! - por Marcos Doniseti!

Datafolha pós-protestos e vandalismo: Opção 'Nenhum' cresce de 9% para 24% entre Março e Junho! - por Marcos Doniseti!

Datafolha pós-protestos e vandalismo: Instituições republicanas e classe política perdem prestígio rapidamente! Somente Lula escapou da fogueira - por Marcos Doniseti!


O ex-presidente Lula  também perdeu apoio popular, mas foi o político menos afetado pelos protestos e pela violência que aconteceram durante a realização dos mesmos. Lula continua vencendo a eleição de 2014 no 1o. turno, segundo o Datafolha, mas com uma diferença menor para os adversários. 

Datafolha: Pesquisa mostra que segundo colocado na pesquisa é o 'Branco-Nulo-Nenhum-Não Sabe', com 24% dos votos. Em Março estas opções tinham apenas 9%.  

A pesquisa Datafolha divulgada neste final de semana (e que foi realizada entre os dias 27 e 28 de Junho) apontou que os protestos e o vandalismo que grassaram pelo país inteiro durante o mês de Junho acabaram por afetar fortemente não apenas ao prestígio e popularidade do governo Dilma, mas das próprias instituições republicanas e da classe política como um todo. 

Os dados da pesquisa mostraram, entre outras coisas, que Dilma perdeu 35 pontos em relação à Março deste ano, quando o mesmo era aprovado por 65% da população. Agora, o governo Dilma é avaliado como ótimo-bom por apenas 30% dos brasileiros, contra 57% da pesquisa de 08 de Junho.

Porém, quando é perguntado ao eleitor em quem ele votaria para Presidente se a eleição fosse hoje, o que acontece é um crescimento considerável pela opção 'Nenhum', que passou de meros e normais 9% em Março para espantosos 24% agora. 

Para efeito de comparação, em pesquisa Datafolha realizada nos dias 20 e 21 de Março deste ano, tivemos os seguintes resultados para o mesmo cenário (entre parêntesis coloco o resultado da pesquisa de Junho):

Dilma - 58% (30%);
Marina - 16% (23%);
Aécio - 10% (17%);
Campos - 4% (7%); 
Nenhum - 9% (24%).

Logo, o índice 'Nenhum' chega a espantosos 24% nesta pesquisa de Junho, ficando atrás apenas do índice da Presidenta Dilma, que alcança 30%, contra 23% de Marina,  17% de Aécio e 7% de Eduardo Campos.

Assim, 'Nenhum' foi a opção que teve maior crescimento desde Março, segundo o Datafolha, pois Marina (de 16% para 23%) e Aécio (de 10% para 17%) cresceram 7 p.p. cada um desde aquele mês, enquanto Eduardo Campos cresceu 3 p.p. 

Isso demonstra que, embora a candidatura de Dilma tenha sido a mais afetada, inegavelmente, o fato concreto é que tivemos um forte aumento do repúdio à classe política como um todo.

Assim, os protestos e os casos de 'vandalismo' que aconteceram durante os mesmos não beneficiaram a um candidato e em especial.

E é sempre bom levar em consideração o momento em que a pesquisa foi realizada, logo na sequência de protestos que tomaram as ruas do país inteiro durante, pelo menos, duas semanas e que infernizaram a vida da população, com quebradeiras, depredações, roubos, trânsito caótico e paralisado, e até com algumas mortes (em Ribeirão Preto e em Belo Horizonte). 

É claro que fazer uma pesquisa de avaliação dos governantes e dos prováveis candidatos à Presidente da República em 2014 mostrará uma mudança no cenário. Isso é como fazer uma pesquisa durante um período de fortes enchentes na capital paulista: elas sempre mostram uma forte queda do percentual de aprovação do prefeito. Depois que as enchentes acabam, a popularidade do mesmo volta a crescer. 

Não é de se duvidar de que, passado o pior momento da realização dos protestos,  que descambaram para inúmeros casos de violência, vandalismo, bloqueios de rodovias e avenidas vitais ao trânsito, já caótico, das cidades brasileiras, Dilma recupere uma grande parte das intenções de voto que perdeu desde a pesquisa anterior. 

Obs: Pesquisa encomendada pela CNT junto ao Ibope mostrou que 36% dos brasileiros consideraram como exagerados os casos de violência durante a realização dos protestos. E Dilma perdeu 27 p.p. de aprovação durante a realização dos mesmos. 

Não é de se duvidar que todos estes 35 p.p. perdidos por Dilma tenham sido justamente entre este segmento de eleitores, bastante numeroso, que consideraram a violência durante os protestos como sendo exagerada. 

Mas é bom ressaltar que uma grande parte dos eleitores que deixaram de considerar o governo Dilma como sendo ótimo-bom desde Março deste ano (O governo Dilma sofre uma queda de 35 p.p. entre Março e Junho, período no qual tal índice baixou de 65% para 30%) passou a considerá-lo como regular, cujo índice subiu de 27% em Março para 43% em Junho. Já o índice de ruim-péssimo subiu de 9%, em Março, para 25% em Junho. Em ambos os casos, o índice de crescimento foi semelhante, de 16 p.p.

Outro possível, mas não declarado, candidato à presidência da República que foi beneficiado pelos casos de violência e vandalismo durante os protestos das chamadas 'Rebeliões de Junho' foi o do presidente do STF, Joaquim Barbosa. 

Na pesquisa Datafolha de Março deste ano, Barbosa alcançou 7% das intenções de voto, chegou a 8% no início de Junho e, agora, na pesquisa dos dias 27 e 28 de Junho feita pelo mesmo Datafolha, atingiu os 15%, empatando tecnicamente com Marina (18%) e Aécio (15%) no segundo lugar. Eduardo Campos teria 5%.

Neste cenário, Dilma teria apenas 29% dos votos no primeiro turno e iria para um segundo turno em situação frágil, pois a soma dos demais candidatos atinge os 53%. 

Não deixa de ser significativo o fato de que uma figura pública sem nenhuma tradição de atuação política e partidária, que é o caso de Joaquim Barbosa, esteja empatado tecnicamente em segundo lugar com dois políticos tradicionais e que são conhecidos dos brasileiros, que são os casos de Marina Silva e de Aécio Neves, e deixa Eduardo Campos a ver navios, bem longe. 

Com certeza, Barbosa é visto, por um segmento expressivo da população, como uma liderança com potencial para modificar as práticas políticas tradicionais e que são, sem dúvida alguma, rejeitadas por uma grande maioria dos brasileiros, como é o caso das das alianças partidárias que todos os partidos, sem nenhuma exceção, promovem entre si. Barbosa é encarado por uma grande parcela de brasileiros como sendo um 'outsider', tal como Jânio Quadros e Fernando Collor foram vistos em 1960 e em 1989, respectivamente, quando se elegeram Presidente da República. 

Marina Silva, embora tenha sido militante do PT por muitos anos e, depois, tenha se filiado ao PV, pelo qual disputou a eleição presidencial de 2010, no qual teve quase 20 milhões de votos, também é vista desta maneira por alguns milhões de eleitores, embora no caso dela isto não seja uma verdade, já que sempre atuou dentro de partidos políticos tradicionais.  

Portanto, a pesquisa Datafolha aponta, claramente, para um nítido e significativo desgaste das lideranças e das organizações políticas tradicionais do país, incluindo-se aí os partidos políticos, as lideranças tradicionais destes, o Congresso Nacional, o Poder Executivo e os movimentos sociais tradicionais (centrais sindicais, movimento estudantil, etc) do país. 

No caso da presidenta Dilma, é até possível que ela consiga recuperar uma parte significativa da popularidade perdida nas últimas semanas. 

Porém, para conseguir atingir este objetivo, Dilma terá que ser bem sucedida nas três grandes iniciativas que tomou nesta semana, que são a realização da Reforma Política (com a promoção de um plebiscito antes que a mesma seja aprovada pelo Congresso Nacional), o forte aumento dos investimentos em serviços públicos (educação, saúde, transporte coletivo, segurança pública) que aponte claramente para a melhoria da qualidade dos mesmos e a manutenção do controle da inflação (reforçando a política de equilíbrio das contas públicas) e do baixo índice de desemprego (5,8% em Maio, que é o menor da série histórica do IBGE). 

Neste aspecto, Dilma tem a vantagem de estar com a iniciativa e também pelo fato de que as três medidas contarem com inegável respaldo popular, o que é demonstrado pelo fato de que 73% dos brasileiros, segundo o Datafolha, apoiam a Reforma Política e outros 68% são favoráveis ao plebiscito. Até mesmo a ideia de uma Constituinte Exclusiva conta com o apoio de 

Uma Constituinte Exclusiva seria vantajosa porque a classe política, historicamente, resiste à essa ideia, de aprovar uma Reforma Política, pois seus integrantes foram eleitos com base nas regras atuais e são os últimos interessados em aprovar uma mudança mais significativa das regras, com o fim do financiamento privado de campanhas eleitorais, adoção do financiamento público, fim das coligações para o Legislativo, fidelidade partidária mais rígida, entre outras mudanças que são mais do que necessárias para se modificar e melhorar a qualidade do sistema político brasileiro. 

O atual sistema político, definido na Constituição de 1988, transformou os chefes do Poder Executivo (Presidente da República, Governadores e Prefeitos) em reféns do Congresso Nacional e do Poder Legislativo, onde uma a infinidade interminável de partidos e legendas (muitas de aluguel, literalmente...) estão representados. 

Atualmente, temos 27 partidos políticos com representantes no Congresso Nacional, o que abre um vasto caminho para que tenhamos uma fisiologia desenfreada na relação entre os poderes Executivo e Legislativo. 

É o famoso 'toma lá, da cá' ou o conhecido 'É dando que se recebe' (de Roberto Cardoso Alves), que se estabelecer na relação entre os dois poderes encarregados de governar o país, pois o primeiro (Executivo) necessita do apoio da maioria absoluta dos congressistas (257 na Câmara dos Deputados e 41 no Senado) para aprovar os projetos de lei de interesse do governo federal, dos governos estaduais e dos prefeitos.


Vandalismo e violência são rejeitados pelos brasileiros, que defendem o direito de protestar, desde que isso não descambe para a baderna generalizada, tal como aconteceu durante o mês de Junho em grande parte do país.

Em todos os governos estaduais e municipais acontece o mesmo. 

Vejam que, no estado de SP, por exemplo, somente dois partidos com representação na Assembleia Legislativa do estado (PT e PCdoB) são de oposição ao governo do PSDB. 

Em função disso, todos os demais partidos apoiam o governo Alckmin e participam do processo de acesso aos cargos, verbas e demais privilégios que são decorrentes deste fato. 

Já tivemos, inclusive, várias denúncias importantes a respeito de que temos sérias irregularidades neste relacionamento entre os poderes Executivo e Legislativo do estado de SP, como são o caso das denúncias envolvendo a venda de emendas parlamentares e da existência de uma 'Máfia do Asfalto' (esta teria desviado cerca de R$ 1 bilhão dos cofres públicos em um esquema de fraudes que funcionou em 78 cidades do estado de SP; ver links abaixo) . 

Recentemente, por exemplo, o PRB de Celso Russomanno ingressou na base de apoio do governo Alckmin e, em troca, passou a comandar a secretaria de Desenvolvimento Social do governo paulista. 

É o famoso 'toma lá, da cá' em vigor. 

E isso acontece, com todos os governos, desde que a Constituição atual começou a vigorar, em 1988, pois com a mesma tivemos um aumento considerável nos poderes e atribuições do Poder Legislativo, que passou a ter a última palavra em praticamente todos os assuntos. Até mesmo os vetos dos chefes do Poder Executivo podem ser derrubados pelo Legislativo.  

Além disso, o sistema partidário é extremamente liberal na criação de partidos e permite que os mesmos façam coligações para as eleições legislativas, o que abre caminho para que um grande número de legendas minúsculas, e sem maior representatividade na sociedade, acabem elegendo parlamentares. 

E isso, é claro, acaba dificultando ao extremo a obtenção de maiorias pelo poder Executivo, pois o mesmo tem que formar gigantescas coligações para poder vencer as eleições e, também, para poder governar. 

Até mesmo o PSOL, cujos integrantes e lideranças são muito críticos destes acordos, acabou cedendo à essa prática política nas eleições municipais de 2012. Em Macapá, o partido conseguiu vencer as eleições municipais de 2012 graças a uma ampla aliança feita com José Sarney (senador pelo estado), PSDB, DEM, PTB e PPS. 

Vejam o que foi publicado no site do PSTU a respeito deste fato:

Diante dessas alianças, o PSTU não pode chamar o voto no PSOL:

Rejeitamos veementemente a candidatura do PDT, pois é uma alternativa da burguesia e da oligarquia, que governará para os ricos se eleito. Tínhamos a intenção de chamar o voto crítico no PSOL, a fim de derrotar o atual prefeito, e já estávamos fechando a nota que anunciaria esse posicionamento quando veio a público a aliança de Clécio (Obs: candidato a prefeito pelo PSOL que foi ao segundo turno e terminou vencendo a eleição) com o DEM, PSDB e PTB, fruto de um acordo com o próprio Sarney. Frente a este quadro, ficou totalmente impossível o PSTU chamar o voto em Clécio, pois não podemos estar em uma aliança ou mesmo chamar o voto em um candidato e um governo que será composto pela velha direita oligárquica que, no país, governou junto com FHC.


Assim, tudo isso demonstra, claramente, que qualquer governo que deseje se viabilizar, terá que aprovar os projetos de seu interesse no Poder Legislativo e isso somente ocorre após exaustivas negociações, nas quais a fisiologia (a famosa troca de favores) come solta.

E o que essa explanação a respeito do funcionamento do atual sistema político-partidário tem a ver com os recentes protestos que assolaram o Brasil durante o mês de Junho? Tudo, a meu ver.

Pois estes protestos tinham, justamente, como um dos seus principais alvos o atual sistema político-partidário, marcado pela multiplicação dos partidos, pelo fato de que todos os partidos fazem alianças com todos os outros partidos e numa troca de favores desenfreada entre os líderes do Poder Executivo e os partidos representados no Legislativo. 

Além disso, o abuso do poder econômico e as manipulações midiáticas em favor de determinados partidos e governos (principalmente os ligados aos mais conservadores, como o PSDB, DEM, PPS, etc) também contribuem decisivamente para corromper e desvirtuar o processo de escolha daqueles que irão governar a cidade, estado ou país durante quatro ou mais anos. 

Como resultado de tudo isso, este é também um sistema político-partidário que é pouco aberto à participação e às reivindicações tantos dos velhos como, também, dos novos movimentos sociais, como aqueles que tem o perfil do Movimento Passe Livre, que é caracterizado pela horizontalidade e pela abertura à participação política e social das novas gerações que se mobilizam e se organizam por fora dos movimentos sociais e dos partidos tradicionais, principalmente pelas redes sociais, o Facebook em especial. 

O que os protestos demonstraram (além do fato de que atingiram grande parte do país; matéria do site do 'Estadão' mostra que os mesmos foram realizados em 353 cidades brasileiras; ver link abaixo), de forma clara, além da grande insatisfação popular com a péssima qualidade dos serviços públicos (educação, saúde, transporte coletivo, segurança pública, saneamento básico) é que esse atual sistema político-partidário é claramente rejeitado pela maioria absoluta da população brasileira e que o mesmo precisa passar por uma urgente e ampla reforma. 

Tudo isso isso explica o maciço apoio dos brasileiros às ideias da promoção de uma Reforma Política (73% de apoio popular), bem como à da realização do Plebiscito (68% de aprovação), tal como demonstrado pela pesquisa Datafolha dos dias 27 e 28 de Junho. 

Entendo que isso mostra, claramente, que há um espaço para que a Presidenta Dilma recupere grande parte da aprovação perdida nestas últimas semanas, durante as quais protestos populares legítimos descambaram para a violência e o vandalismo, o que é rejeitado pela quase totalidade dos brasileiros. 

Mais do que os protestos em sim, que são defendidos pela população como um direito indiscutível, foram as cenas de vandalismo, baderna, violência, roubos e depredações que promoveram essa queda da aprovação do governo Dilma, bem como da classe política e das instituições republicanas. 

Mas, para isso, Dilma terá que conseguir ser bem sucedida em suas iniciativas recentes, ou seja, na realização do plebiscito, na aprovação de uma Reforma Política, na elevação dos investimentos em serviços públicos e na manutenção e no controle da inflação e de um baixo índice de desemprego. 

E para isso será necessário trazer a calma e a tranquilidade para as ruas do país, novamente, e ampliar o diálogo com as forças políticas e sociais progressistas que desejam aprofundar as mudanças que começaram no governo Lula, mas que precisam ser aceleradas e intensificadas, no sentido de se melhorar a qualidade de vida dos brasileiros. 

E isso deve ser feito através da adoção de medidas de curto, médio e longo prazo que melhorem sensivelmente a qualidade dos serviços públicos brasileiros, que já foi a grande demanda na eleição de 2012 e que foi reforçada pelos protestos das chamadas 'Rebeliões de Junho' (expressão criada pelo Rodrigo Vianna, do blog 'Escrevinhador') durante os quais uma das principais bandeiras foi por educação, saúde, transporte coletivo e segurança pública de qualidade. 

Entendo que a imensa maioria da população brasileira tem perfeita consciência de que tais objetivos não serão alcançadas da noite para o dia. Mas a população quer uma resposta efetiva para tais demandas e que os governantes do país demonstrem, claramente, que estão atentos à 'voz das ruas' e irão agir no sentido de atender a estas mais do que justas e legítimas reivindicações do povo brasileiro. 

Daí a necessidade de se começar, desde já, a adotar medidas práticas de elaboração e desenvolvimento de projetos que caminhem nesta direção. 

Obtendo sucesso nestas iniciativas, não tenho a menor dúvida de que Dilma conseguirá recuperar grande parte da popularidade perdidas nas últimas semanas e que ela voltará ao mesmo patamar de intenção de votos que possuía em Março. 

Portanto, vamos à luta!

Links:

Popularidade de Dilma cai de 57% para 30% após protestos:

http://www1.folha.uol.com.br/poder/2013/06/1303541-popularidade-de-dilma-cai-27-pontos-apos-protestos.shtml

Dilma defende 5 pactos para melhorar o Brasil:

http://ultimosegundo.ig.com.br/politica/2013-06-24/a-governadores-e-prefeitos-dilma-propoe-cinco-pactos-em-favor-do-brasil.html

73% dos brasileiros desejam a Reforma Política; 68% aprovam Plebiscito:

http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_noticia=217330&id_secao=1

Partidos de Esquerda criam Fórum para defender a Democracia:

http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_noticia=217309&id_secao=1

Pesquisa Datafolha de Março de 2013:

http://ultimosegundo.ig.com.br/politica/2013-03-22/pesquisa-datafolha-mostra-dilma-com-58-marina-com-16-e-aecio-com-10.html

Pesquisa Datafolha de Junho de 2013:

http://www1.folha.uol.com.br/poder/2013/06/1303668-dilma-perde-apoio-e-eleicao-de-2014-iria-para-o-2-tuno.shtml

Governo Alckmin entrega secretaria estadual e incorpora o PRB de Celso Russomanno à sua base de apoio:

http://www1.folha.uol.com.br/poder/2013/06/1291122-apos-se-aliar-a-alckmin-ex-critico-diz-que-e-hora-de-elogiar-governo.shtml

São os serviços públicos de qualidade, estúpido!:

http://guerrilheirodoanoitecer.blogspot.com.br/2012/11/vitoria-e-votacao-de-haddad-no-2o-turno.html

Lula perde menos popularidade e venceria eleição presidencial no 1o. turno:

http://oglobo.globo.com/pais/datafolha-lula-perde-menos-venceria-no-primeiro-turno-8861171

PT pede a instalação de CPI na Assembleia Legislativa de SP para investigar a 'Máfia do Asfalto':

http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,pt-apresenta-pedido-para-criar-cpi-da-mafia-do-asfalto,1034951,0.htm

PT quer CPI para investigar denúncias de vendas de emendas parlamentares na Assembleia Legislativa de SP:

http://www.redebrasilatual.com.br/politica/2011/09/pt-quer-cpi-na-alesp-para-apurar-venda-de-emendas

Com apoio total do governo Alckmin, a Assembleia Legislativa de SP acaba com investigação sobre vendas de emendas parlamentares:

http://ucho.info/com-a-ajuda-do-palacio-dos-bandeirantes-assembleia-de-sp-acaba-com-investigacao-sobre-venda-de-emendas

Protestos chegaram a 353 cidades brasileiros em Junho de 2013:

http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,epidemia-de-manifestacoes-tem-quase-1-protesto-por-hora-e-atinge-353-cidades,1048461,0.htm

Para 36% dos brasileiros, tivemos muita violência nos protestos de Junho de 2013:

http://www.cnt.org.br/Paginas/Agencia_Noticia.aspx?n=8961

Aprovação a Dilma chega a 65% em Março de 2013:

http://datafolha.folha.uol.com.br/opiniaopublica/2013/03/1252102-aprovacao-a-governo-dilma-atinge-65.shtml

Dilma enfrentaria 2o. turno em 2014, mostra o Datafolha:

http://www1.folha.uol.com.br/poder/2013/06/1303668-dilma-perde-apoio-e-eleicao-de-2014-iria-para-o-2-tuno.shtml

Direita encontrou o seu discurso e o seu candidato:

http://guerrilheirodoanoitecer.blogspot.com.br/2013/06/direita-encontrou-o-seu-discurso-e-o.html

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