sábado, 27 de setembro de 2014

Os governos Lula e Dilma e o combate à corrupção! - por Marcos Doniseti!

Os governos Lula e Dilma e o combate à corrupção! - por Marcos Doniseti!

Entre 2003 e 2012, a Polícia Federal promoveu 1777 operações de combate à corrupção, tráfico de drogas, pedofilia, entre muitas outras. Ela nunca foi tão atuante e combativa como nos governos Lula e Dilma. Assim é que se combate a corrupção e não empurrando os casos para embaixo do tapete, engavetando e arquivandos as investigações, como acontecia antes do governo Lula. 

Quem diz que a corrupção aumentou nos governos Lula e Dilma está muito mal informado, para dizer o mínimo.
O que aumentou, de fato, foi a investigação. A Polícia Federal passou a contar com muito mais recursos e com a autonomia necessária para se investigar e prender políticos, empresários, juízes, banqueiros, dirigentes públicos, etc, o que nunca havia acontecido na história do país.
A PF realizou o maior número de operações de investigação e de combate à corrupção da história do Brasil durante os governos Lula e Dilma (ver números e link abaixo), desmantelando vários esquemas de corrupção que já funcionavam há muitos anos, desde governos anteriores, tal como o da ‘Máfia das Ambulâncias’, por exemplo.
E o Ministério Público foi comandado por Procuradores-Gerais escolhidos por seus próprios integrantes e nenhum deles se dedicou a mandar arquivar ou a engavetar as denúncias, tal como acontecia no governo FHC.
Não se combate a corrupção com discursos demagógicos e muito menos escondendo a mesma, varrendo-a para embaixo do tapete, como se fazia antigamente, mas apurando e investigando.
Vejam o caso de Paulo Roberto da Costa: Ele foi demitido pela Presidenta Dilma e foi investigado e preso pela Polícia Federal do governo Dilma.
No governo FHC isso jamais aconteceria.
Assim é que se governa!

Número de operações da Polícia Federal entre 2003-2012:
2003 - 9;
2004 - 49;
2005 - 67;
2006 - 167;
2007 - 188;
2008 - 235;
2009 - 288;
2010 - 270;
2011 - 266;
2012 - 238.
Total - 1777 operações em 10 anos.

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