quinta-feira, 11 de junho de 2015

A sórdida e abjeta campanha contra o BNDES! - Marcos Doniseti!

A sórdida e abjeta campanha contra o BNDES! - Marcos 
Doniseti!
Se não fosse pelos financiamentos do BNDES, a Embraer não conseguiria exportar um único avião sequer.
Primeiro os coxinhas reacionários e entreguistas tentaram destruir a Petrobras, sob o falso pretexto de 'combater a corrupção', mas felizmente fracassaram. E agora eles 
tentam destruir o BNDES. Irão fracassar novamente.

Aliás, notem como esses reacionários e entreguistas escolhem a dedo as empresas 
contra as quais eles promovem essas campanhas nojentas e mentirosas: Petrobras e BNDES são duas das principais e mais importantes empresas públicas brasileiras.

Elas desempenharam um papel fundamental em todo o processo de desenvolvimento 
econômico, industrial, social e tecnológico do Brasil desde que ambas foram criadas, ainda no governo democrático de Getúlio Vargas (o BNDES foi criado em 1952 e a Petrobras em 1953).

A Petrobras é a empresa de maior faturamento entre todas que atuam no Brasil, 
sendo também aquela que mais faz investimentos produtivos e em desenvolvimento tecnológico, pelo qual já recebeu vários prêmios. Sua tecnologia, desenvolvida no Brasil, para extração de petróleo em águas profundas é a mais avançada e sofisticada. Nenhuma outra empresa petrolífera a domina. 

E o BNDES é um banco de fomento (os coxinhas idiotas e imbecis nem devem saber o 
que significa isso), ou seja, é um banco que financia investimento e atividades 
produtivas, que geram riquezas, empregos, salários, impostos, crescimento 
econômico, melhorando as condições de vida dos brasileiros.

Ele é o único agente financeiro brasileiro que faz empréstimos para investimentos 

produtivos de longo prazo (indústria automobilística, telecomunicações, infra-
estrutura, exportações, micros e pequenas empresas) e desempenhou um papel 
fundamental no crescimento e na modernização da economia brasileira desde a sua 
criação.

Nenhum banco privado, seja nacional ou estrangeiro, desempenha o papel que o 

BNDES faz, de financiar investimentos produtivos de longo prazo de maturação, e que demoram, portanto, para começar a gerar lucros, mas que são essenciais à 
continuidade do processo de desenvolvimento econômico e social do Brasil. 

E as duas empresas continuam fazendo isso, sendo que tiveram, por exemplo, uma 

atuação fundamental no combate aos efeitos da crise global do Neoliberalismo, 
iniciada em 2007-2008. Sem os investimentos feitos pela Petrobras e sem o aumento 
da oferta de crédito promovida pelo BNDES (bem como pela CEF e pelo BB) teria sido literalmente impossível ao Estado brasileiro (nos governos Lula e Dilma) conseguir combater os efeitos catastróficos da crise global neoliberal que se iniciou há oito anos.

Logo, se o Brasil foi (como acabou de divulgar o FMI) um dos países que mais cresceu 
entre 2007-2014, acumulando uma expansão de 22,6% do seu PIB, e conseguiu reduzir o desemprego para o menor patamar da sua história (ficou em apenas 4,8%, na média anual, em 2014), que os governos Lula e Dilma implantaram por meio do BNDES, BB, CEF e da Petrobras, em especial.

Isso somente aconteceu em função da adoção das políticas anti-cíclicas keynesianas 
(aumento de investimentos públicos, redução de juros, diminuição de impostos, aumentos de salários e elevação da oferta de crédito na economia) que os governos Lula e Dilma implantaram por meio do BNDES, BB, CEF e da Petrobras, em especial. 

Sem tais empresas públicas, o Brasil teria mergulhado numa brutal crise econômica e 
social, da dimensão daquela que atingiu a Europa, por exemplo, onde a taxa de 
desemprego está em 26% na Grécia e em 23,8% na Espanha. 

Então, questiono: A quem interessa promover essa campanha sórdida contra o BNDES, 
tal como já se fez contra a Petrobras?

Ao Brasil e ao seu povo é que não é.



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