segunda-feira, 7 de março de 2016

As políticas de inclusão social, a defesa da soberania e a mentalidade escravocrata das elites corruptas e retrógradas! - Marcos Doniseti!

As políticas de inclusão social, a defesa da soberania e a mentalidade escravocrata das elites corruptas e retrógradas! - Marcos Doniseti!
A Rede Globo e as suas mentiras.
Além disso, o governo Lula criou o Regime de Partilha do pré-sal, que garante que o Estado Brasileiro fique com 75% da renda líquida gerada pelo mesmo.
E sem explorar e saquear as riquezas dos países emergentes (A.Latina, O.Médio, África e Ásia) como é que os países ricos irão sair da crise em que se enfiaram desde 2008 e à qual está muito longe de terminar?
Por isso é que o Grande Capital financeiro globalizado quer, de qualquer maneira, roubar as riquezas de países como Brasil, Argentina, Venezuela, Bolívia, Equador, cujos governos progressistas estabelecem limites à atuação do capital externo em setores estratégicos da economia (petróleo, sistema financeiro, minérios, entre outros).
Então, para voltar a saquear tais riquezas, a única maneira é derrubando e destruindo os governos e forças políticas progressistas e reformistas da região.
Evolução do Salário Mínimo no Brasil entre 1983 e 2016. Poder de compra é o maior dos últimos 33 anos. 
Por isso é que os governos de Lula-Dilma, Nestor e Cristina Kirchner (já derrotado), Chávez-Maduro, Evo Morales e Rafael Correa sofreram e sofrem tantos ataques por partes das retrógradas elites locais, que são sócias minoritárias do capital financeiro globalizado e que defendem, por isso, a entrega, pura e simples, das riquezas destes países aos grandes capitalistas da Europa e EUA.
Portanto, não é à toa que o projeto de lei de José Serra, que entrega o pré-sal e enfraquece brutalmente a Petrobras, é defendido com unhas e dentes pelos setores entreguistas e vende-pátrias da nossa sociedade.
E tais segmentos da sociedade são os mesmos que lutaram contra a aprovação da Lei Áurea, foram contrários à aprovação das Leis Trabalhistas (Getúlio Vargas), inviabilizaram as Reformas de Base (governo Jango) e que, agora, defendem o fim dos programas de inclusão social (Lula e Dilma).
As elites retrógradas do país possuem uma mentalidade escravocrata e não aceitam a adoção destas políticas que permitem a ascensão social, econômica, política e cultural dos mais pobres, como são os casos de programas como ProUni, Fies, Bolsa Família, Minha Casa Minha Vida, Luz Para Todos, Ciência Sem Fronteiras, Lei de Cotas, entre outras.
Dilma entregando casas do Minha Casa Minha Vida no Rio Grande do Sul. Programa criado no primeiro governo de Dilma já entregou 2,5 milhões de moradia para famílias de baixa renda. Oposição neoliberal defende o fim dos subsídios que permitem a existência do programa. 
Tais elites querem um país onde apenas elas possam frequentar universidades, aeroportos, concessionárias, comprar casas própria, ter um emprego com carteira assinada e na qual possam explorar o trabalho dos pobres, de empregados domésticos, de uma força de trabalho desqualificada e mal remunerada.
Assim, tais elites reacionárias desejam a continuidade do mesmo modelo político, econômico, social e cultural que se caracteriza pela concentração de renda, pelas imensas desigualdades e pela exclusão dos trabalhadores às riquezas que produzem, bem como à educação e ao conhecimento.
Se dependesse destas elites as leis trabalhistas seriam imediatamente revogadas, o mesmo acontecendo com a Lei Áurea e os programas de inclusão social implantados por Lula e Dilma seriam extintos.
É isso.

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